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3 de novembro de 2017

The Way of the M

Autor: levelengine
Hack Finalizada: 80 saídas
Emulador Utilizado: Snes9X

Olá galera! Primeiramente, feliz Día de Los Muertos. Nesta data muy caliente, vamos dar uma olhada em uma hack um pouco mais comprida, já que essas estiveram um pouco escassas no blog. Começando com a história:
"Mario vai ao reino de Invaria para redescobrir o que ele era realmente bom em fazer. Ele também ouve rumores sobre um "Império das Máquinas"..."

A história parece genérica, mas se desenvolve em algo mais plausível, acreditem. Quando vamos pela primeira vez ao overworld, podemos ver que ele é algo que foi feito meio que de última hora, genéricamente. Pouca decoração o fez ficar vazio e sadboy solitário. 
Mas não estamos aqui para ficar vendo mapinhas certo? Dê uma caminhada pelas fases e verá que temos músicas muito boas, que se ajustam à intensidade do nível. Em algo mais difícil e rápido, a música é de uma escolha mais intensa e ousada. Pelo outro lado, uma fase mais fácil, com menos inimigos, ou um calmo autoscroll, tem uma música com um tom mais ambiente. O que com certeza foi um ponto negativo foi o leque menos variado em alguns mundos, como o terceiro, em que existem apenas 3 ou 4 músicas para incríveis 7 fases. Aqui, você encontrará Mario 64, Yoshi's Island, Castlevania, etc.
Os gráficos utilizados são todos vanilla, mas frequentemente utilizam de cores alteradas e mesclamento de blocos, como o visto na imagem acima. Esses, combinados com mecânicas de layer 2, conseguem se salvar e até transmitem algo mais agradável do que muitos gráficos custom por aí. Mas, se o autor tivesse optado por gráficos realmente customizados, tenho certeza de que seriam muito bem utilizados, visto o seu gosto musical e de level design.
Falando nisso, podemos entrar no level design. Este é mais um ponto forte da hack, em que o autor posiciona obstáculos, inimigos e outros sprites em lugares estratégicos, onde o jogador tem um espaço aberto para sua reação. É um design que realmente testa o jogador como um jogador casual, e não como um asiático profissional manjador dos paranauê.
A hack possui mecânicas interessantes que utilizam bastante do nosso querido layer 2. Aguinhas que atravessam a sala, plataformas que se mexem com coisas se mexendo nelas, e etc. Claro, temos outras mecânicas como a utilização de escravos Chucks quebradores da bagaça toda, e algumas reações em cadeia de cascos.
A dificuldade da hack é algo que podemos analogar com uma vasilha. Começa alta, fica baixa no meio e volta pra alta (tava ruim, aí foi bom, ficou ruim, agora parece que piorou). Claro que ela possui suas discrepâncias, principalmente no início, mas algumas fases do segundo e terceiro mundo são tão difíceis quanto as do último mundo.


Acho que estou sendo stalkeado...
Psicopatia.


Notinhas!

Dificuldade: 4/5
Se você conseguir jogar absolutamente todas as fases sem nem pensar em um rewind, sinta-se recompensado com meu elogio.

Jogabilidade: 9/10
Inimigos bem posicionados, mecânicas de layer 2, cascos pra todo o lado. TOP.👌

Gráfico: 8/10
Uma customização bem feita considerando-se apenas o Lunar Magic.

Música: 8.5/10
Escolhas bem feitas de acordo com a intensidade da fase, só faltou variedade.

Mapa: 7.5/10
Sem gráficos custom, sem decoração, só está ali por estar ali mesmo.

Criatividade: 9/10
A criatividade do autor se espelhou principalmente na jogabilidade e na música, mas teria potencial para o gráfico e o mapa.

Nota Final: 8,4/10
Concluindo a review, é uma hack que provavelmente merece a sua atenção e que você gostará, apesar da falta de gráficos e repetição de música. É uma peça peculiar, que se destacou um pouquinho das outras. Valeu, muchachos!

Um comentário:

  1. Nem acredito que postaram uma hack sem ser demo! Com certeza vou baixar e jogar depois de ler essa review que me deixou empolgado (não tento com esses 80 LEVEL).
    (☞゚ヮ゚)☞

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