Autor: Forse Quad
Jogo: Demo...
De vez em quando, um
game para o qual demos os ombros por meses nos surpreende, sua excelência nos
hipnotiza como um pavão excitado em um dia de sol. SMBZS – THOC é uma dessas raridades.
Antes de compararmos o game com qualquer outro, precisamos
lembrar que o game não deve ser menosprezado simplesmente por ser uma demo.
Você disfrutará poucos momentos dela, mas, alguns podem ser, na verdade,
exclusivos.
Desde o início, os aspectos do game gritam alto valor de
produção. Cada detalhe, da modelagem dos elementos que o cercam no jogo, até os
sutis efeitos sonoros. Detalhes como esse serão facilmente reconhecidos pelos fãs.
Essas animações e efeitos, são invarialmente elegantes que você irá passar
metade do tempo se lembrando que aquele é um game SNES e não a mais nova
iteração da Nintendo.
Tudo bem, estamos
exagerando. Porém, este é um game exagerado. Cada elemento de cenário (retirado
de outras “franquias Mario”), textos (que sempre conseguem levar uma metáfora
longe demais), e até mesmo diferenças na jogabilidade (você pode virar um
casco. Porque não?) fazem o jogo se destacar ao meio de tantas demos medianas.
Diferente das gigantes hacks que possuem histórias nada
surpreendoras da imensa barganha que existe na SMW Central, o enredo de THOC
parece muito promissor.
Começando pela apresentação do
decorrer de fatos, que é muito bem modelada: Um artefato ancestral é capaz de
modificar a realidade, misturando as dimensões e bagunçando o universo. Bowser
acaba descobrindo sobre tal artefato e seqüestra Toadsworth (alguém aí se lembra do Chanceler, entre outros games do
Mario?),
pois ele é o único que sabe onde lendário poder encontra-se.
Já é possível notar que com essas caraterísticas,
o game não irá decepcionar em futuras versões. Porém, nem tudo são rosas em um
jardim e existem certos defeitos a serem considerados.
Em alguns momentos, certos BGs e inimigos podem
“bugar”. A demo é relativamente curta, porém, podemos esperar muito das
próximas versões.
De qualquer maneira, todos os aspectos funcionam
perfeitamente com a premissa do jogo. Vale a pena, por alguns minutos...
Moscas
Insignificantes: Certos cenários (principalmente no BackGround 3), podem inverter de uma
hora para outra (não sabemos exatamente se isso é um bug, ou se é pré-meditado
pelo autor).
Sugestão da Casa: Buscando inspiração das
tradicionais (e deliciosas) culinárias de outros povos, é um prato de beleza e
sabor diferenciado. Um espetáculo para nossos olhos.
Dificuldade: 2/5
Nada muito sério. Porém certas
mudanças na jogabilidade poderão subir essa categoria em um futuro não muito
distante.
Jogabilidade: 9
Ainda há muito a ser provado
para afirmarmos alguma coisa. Mas, de qualquer forma, será interessante notar o
rumo que Forse Quad pretende tomar.
Gráficos: 10
Visualmente, o game
assombra. Acreditamos que, se o game fosse maior, poderíamos jogar por horas e
nos sentirmos confortavelmente envolvidos pela calorosa direção de arte do
game.
O Mapa: 8
Bem simples. Nada a se reclamar
dele. Apesar de nenhuma fase vermelha, seus efeitos colocaram um sorriso em
nosso rosto.
Criatividade: 9
Como uma cebola cheia de
camadas, a criatividade quase se esbanja completamente. Quase, pois ainda
estamos muito curiosos com o rumo do enredo – nada sério.
Nota Final: 8,5
Parece
bem promissor, mas vamos esperar para ver o game finalizado. Não chega a ser
revolucionário, mas, de qualquer jeito, THOC era reinventar tipos de
jogabilidade e dar uma lição de moral a certos autores preguiçosos. Simples: é
lindo.

















































1 comentários:
Nao consigo sair da tela de titulo... o que devo fazer?
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